A campeã Olímpica Jenny Rissveds deixa a SCOTT-Sram e pede um tempo das competições

A campeã Olímpica Jenny Rissveds deixa a SCOTT-Sram e pede um tempo das competições

Jenny Rissveds, uma das promessas do MTB mundial feminino diz que precisa de mais tempo antes de voltar a competir e encerra seu contrato com a equipe SCOTT-SRAM MTB Racing Team.

Nesta quarta-feira, 21 de fevereiro, Jenny Rissveds, atual campeão olímpica de MTB, anunciou que quer se recuperar 100% antes de voltar a competir no MTB. A sueca de 23 anos encerrou seu contrato com a equipe SCOTT-SRAM MTB.

Jenny tem andado pela equipe desde 2014, onde ela teve sucesso nesses anos, sendo o mais importante de todos foi a vitória nos jogos olímpicos do Rio.

Como tudo aconteceu:

Após sua vitória nas Olimpíadas do Rio, Jenny Rissveds passou por muitas mudanças na vida em pouco tempo, sendo elas boas e ruins. Uma delas foi a situação infeliz e um desacordo com a Federação Sueca de Ciclismo e a perda de ambos os seus avós em um curto período de tempo.

Como resultado, Jenny enfrentou problemas mentais (depressão) que a impediam de competir por uma boa parte da temporada de corridas de 2017. Com a temporada de 2018 começando em breve, ela chegou a conclusão de que é melhor se recuperar completamente e depois pensar em um retorno em vez de tentar cumprir as obrigações. O resultado desta decisão é um encerramento do contrato com SCOTT-SRAM.

A Depressão é uma doença silenciosa e considerada o “mal do século” pela Organização Mundial da Saúde.

A depressão é caracterizada pela perda ou diminuição de interesse e prazer pela vida, gerando angústia e prostração, algumas vezes sem um motivo evidente.Michael Phelps, por exemplo, revelou sofrer demais com o problema após as Olimpíadas de 2012, quando ganhou seis de suas 28 medalhas olímpicas. Hoje, a depressão é considerada a quarta principal causa de incapacitação, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Esse transtorno psiquiátrico atinge pessoas de qualquer idade — embora seja mais frequente entre mulheres — e exige avaliação e tratamento com um profissional. O desânimo sem fim é fruto de desequilíbrios na bioquímica cerebral, como a diminuição na oferta de neurotransmissores como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar.

Texto fonte: https://saude.abril.com.br

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