Tribunal italiano diz que Marco Pantani não foi assassinado

Tribunal italiano diz que Marco Pantani não foi assassinado

Marco Pantani morreu em 14 de fevereiro de 2004 em um quarto de hotel. Seu corpo passou por autópsia onde constatou um alto nível de cocaína e antidepressivos. A carreira do ciclista tem conquistas notáveis como o Giro d’Italia e Tour de France de 1998. O problema com as drogas começou quando ele foi desqualificado do Giro d’Italia de 1999 por doping.

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A mãe de Pantani, Tonina, em defesa do filho, contratou o advogado Antonio de Rensis para investigar todas as circunstâncias da morte do atleta e conseguiu desencadear uma nova investigação em 2014, com base na popularidade de Pantani.

O argumento foi que alguém entrou no quarto de Pantani e o obrigou a consumir as drogas letais.

O novo investigador, Paolo Giovagnoli, respondeu a todas essas questões levantadas por De Rensis com novas provas médicas, o que levou o juiz Vincio Cantarini a confirmar que Pantani foi morto por “insuficiência cardíaca aguda grave, um efeito toxicológico causado por antidepressivos e cocaína “.

Cantarini acrescentou que os últimos meses da vida de Pantani foram caracterizados por “um uso compulsivo da droga”. Ele descartou as afirmações de que Pantani foi assassinado como “uma hipótese fantasiosa”.

Apesar desse veredicto, a família de Pantani apelou para o Supremo Tribunal, mas um último recurso foi negado, terminando os 13 anos de dúvidas e suspeitas sobre a morte do atleta.

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