Ciclistas russos processam WADA por danos morais após escândalos com doping

Ciclistas russos processam WADA por danos morais após escândalos com doping

Três ciclistas russos que foram banidos dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016 estão processando a WADA (Agência Antidoping). A alegação é que eles foram acusados injustamente de trapaceiros e usuários de substâncias proibidas.

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Dmitry Sokolov, Kirill Sveshnikov e Dmitry Strakhov representaram contra a agência depois que grande parte da equipe de ciclismo russa foi impedida de compedir no Rio de Janeiro. O relatório do agente Richard McLaren detalhava o doping patrocinado pelo Estado, encobrimento de testes positivos e amostras alteradas nos Jogos de Inverno de Sochi.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) inicialmente tentou impedir qualquer atleta russo com suspensões por doping anteriores. Ilnur Zakarin e Olga Zabelinskaya foram incluídos pelos casos que estiveram envolvidos no passado. Zakarin optou por não participar dos jogos no Rio e Zabelinskaya recorreu à decisão e conquistou a medalha de prata no contrarrelógio.

Os três ciclistas envolvidos no processo afirmam que não tiveram a oportunidade de defesa e ficaram fora das Olimpíadas, eles negam o uso das substâncias proibidas. Seus advogados alegam que os atletas são jovens e tiveram suas ambições olímpicas descartadas por causa do relatório de McLaren.

“A WADA e Richard McLaren nos impediram de atingir nosso objetivo de participar das últimas Olimpíadas, o ápice do nosso esporte; Associaram nossos nomes ao doping incorretamente; Só queremos que o tribunal reveja todas as provas e analisem novamente”, disse Sveshnikov.

Foto: Getty Images Sports

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