O que podemos esperar no Giro d’Italia 2017

O que podemos esperar no Giro d’Italia 2017

Esperanças britânicas

Fãs do ciclismo britânico estão acostumados a torcer por Froome e Wiggins em Grand Tours, mas para esse ano, o Giro terá alguns nomes até agora desconhecidos mas com grande potencial para ocupar um lugar no pódio.

Pela primeira vez em suas carreiras, Geraint Thomas (Sky) e Adam Yates (Orica-Scott) são líderes de suas respectivas equipes. Ambos mostraram boa forma nessa temporada, com destaque para a vitória de Thomas no Tour dos Alpes e o quarto lugar de Yates no Tour da Califórnia.

Qual será o feito de Quintana?

Nairo Quintana (Movistar) é o favorito para vencer. Ele já levou o título na última vez que apareceu no Giro, em 2014 e mostrou que está em muito boa forma ao ganhar o Tirreno-Adriatico em março.

Nibali ainda tem chance?

No ano passado, Vincenzo Nibali (Bahrain-Mérida) venceu o Giro, reforçando assim seu status como um dos melhores ciclistas da sua geração. Mas a questão é: será que ele, no auge dos seus 32 anos, ainda tem calibre para vencer um Grand Tour?

O que vemos é um Nibali limitado e longe da sua forma campeã de um ano atrás. Entretanto, ele venceu o Tour da Croácia recentemente então capaz que veremos grandes feitos nesse Giro.

Novos velhos ciclistas

Nesse ano, há um número incomum de nomes conhecidos no ciclismo que farão sua estreia no Giro d’Italia.

Thibaut Pinot (FDJ), Tejay van Garderen (BMC) e Bauke Mollema (Trek-Segafredo) costumam focar no Tour de France, mas nesse ano trocaram pelo Giro.

Todos eles esperam que essa prova ofereça uma guinada em suas carreiras.

A redenção de Kruijswijk

Steven Kruijswijk (LottoNL-Jumbo) finalmente tem a chance de ganhar a corrida que ele provavelmente já deveria ter adicionado a seus títulos desde o ano passado.

Ele dominou a prova, tanto nas montanhas quanto nos contrarrelógios. Foi por causa de uma queda na etapa 19 que ele viu as chances indo embora.

Os contrarrelógios da 100ª edição

A severa quantidade de subidas no trajeto desse ano é balanceada com um grande número de contrarrelógios.

Para especialistas como Bob Jungels (Quick-Step Floors) e Tom Dumoulin, (Giant-Alpecin), isso pode ser suficiente para colocar vários minutos nos outros competidores.

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