Conclusões do Tour Down Under 2017

Conclusões do Tour Down Under 2017

Ritchie Porte se mostrou diferente nessa temporada, e não foi só pelo seu físico magro, ele dominou a disputa e deixou pra trás a oposição de Esteban Chaves. O que pudemos assistir foi um excelente desempenho de Porte (principalmente nas subidas) e os seus principais rivais ainda não apareceram com feitos significativos no Tour.

Haas próximo da vitória

Nathan Haas perdeu o pódio final, porém o que se fala nos bastidores é que ele está próximo de um grande resultado.

O ciclista de 27 anos parece ter superado a fase de estagnação. Em 2016, a primeira temporada da Dimension Data, Haas ganhou uma etapa do Tour de Burgos antes de levar duas vezes o top-10 da prova Canadian World Tour.

Haas tem consciência que não é tão rápido quanto Michael Matthews, tão esperto quanto Greg Van Avermaet ou tão completo como Peter Sagan, e por ora o quarto lugar na geral do Tour Down Under vai doer mas ele tem foco no Giro d’Italia e nas Ardenas.

Análise das rotas

Vários fatores fizeram dessa corrida um sucesso. Vários atletas estão no seu melhor momento da carreira e a estrutura de WorldTour dá confiança suficiente para extravasarem e darem seu melhor.

Fazendo uma análise, Porte definitivamente venceu por conta da aceleração no estágio 2 e a investida em Ewan nos sprints. A corrida estava carente de um estágio que realmente suited a break, o que quer dizer que equipes que competiam sem um sprinter ou um escalador puderam buscar pontos e não prêmios propriamente ditos.

O clima, a organização e o público cativo fizeram desta uma das maiores provas de ciclismo do mundo.

E Sagan?

Peter Sagan foi a atração principal do Tour Down Under e foi o primeiro ciclista a ser homenageado no jantar anual das “lendas”. Não houveram vitórias nas etapas ou passadas no pódio, mas, apesar de sempre preferirem a vitória do ídolo, Sagan conseguiu agradar os fãs australianos que tentaram de tudo para ter uma “selfie” com ele.

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