CIMTB Levorin ajuda a atletas do MTB a subirem no ranking da UCI

CIMTB Levorin ajuda a atletas do MTB a subirem no ranking da UCI

Em ano Olímpico, cada passo do atleta pode fazer diferença nos resultados. Atualmente diversos atletas se preparam para a segunda etapa da CIMTB Levorin, entre os dias 13 e 15 de maio, em São João del-Rei, e aqueles que escolheram competir na primeira etapa da CIMTB Levorin, em Araxá, deu a pedalada certeira. Atletas como o brasileiro Henrique Avancini e a polaca Maja Wloszczowska conseguiram melhorar no ranking da UCI com os pontos conquistados na primeira etapa da CIMTB Levorin e outras competições.

Atualmente Henrique Avancini está em 23º lugar no ranking da UCI e com os 160 pontos conquistados por ele, os 100 pontos de Ricardo Pscheidt e os 70 pontos de Rubens Valeriano, ao todo 330 pontos, todos na CIMTB Levorin, o Brasil conseguiu melhorar no ranking das nações. Atualmente em 13º, o país precisa subir ao menos uma posição para garantir as duas vagas masculinas nos Jogos. “A CIMTB Levorin foi um grande e importante passo pra ficarmos próximos da segunda vaga. Desde 2014, quando a pontuação começou, boa parte da pontuação vêm da CIMTB Levorin. Araxá teve uma importância ainda maior, pois além de distribuir uma pontuação alta, tivemos a oportunidade de ter um confronto direto com países que estão próximos do Brasil, como por exemplo a Eslováquia”, disse Avancini.

De acordo com o atleta, além dos pontos, a CIMTB Levorin é uma forma de incentivar os ciclistas brasileiros, pois permite confrontos de nível internacional. “A CIMTB Levorin chegou em um nível expressivo internacionalmente e isso é ótimo. Agora, temos um evento ‘em casa’ com participação de atletas mais expressivos. No passado, a disputa ficava limitada ao nível nacional, o que não era ideal como preparação para as principais competições internacionais”, afirmou.

Além de Henrique, a polaca Maja também conquistou os 160 pontos na Elite Feminina e chegou a subir uma posição no ranking mundial. Hoje ela é a 5º melhor na UCI. “Foram muitos pontos. Isso é o mesmo que conseguir um 3º lugar em uma Copa do Mundo. Então me ajudou muito. Como eu decidi não ir para a Austrália, na primeira etapa da Copa do Mundo, então é muito importante conseguir pontos em outras provas. Eu já estou classificada para os Jogos 2016, mas melhorar no ranking continua sendo importante, pois dependo dele para estar na Star Line no Rio 2016”, afirmou.

De acordo com o organizador do evento, Rogério Bernardes, cada etapa tem sua importância. “Temos uma enorme responsabilidade a cada etapa. O resultado do nosso trabalho tem impacto direto nos sonhos olímpicos de atletas do mundo inteiro e, também, nos sonhos das centenas de atletas brasileiros profissionais e amadores que estão sempre conosco. Independente da idade e categoria cada um tem seus objetivos em suas vidas e fazer parte disso é uma honra para nós”, afirmou.

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